quinta-feira, 28 de abril de 2016

Debbie e Eu


Era noite, uma noite que era pura arte divina. Exibi alguns dos meus mais belos acordes musicais naquele bar. Avistei Debbie, voluptuosa fêmea, envolta nos braços de outro homem. Desejei aquela mulher e não conseguia parar de olhar para ela. E o medo do homem que a exercia naquele momento perceber que eu estava olhando para ela com olhos sedentos e famintos? Saí daquele lugar assim que eu pude e fui pra casa. Jamais imaginaria que ao abrir meu computador, ela aparecesse pedindo minha amizade no Facebook. Sim, era aquela mulher entrando em contato comigo. Pensei apenas que era tão somente pela minha perfomance musical no barzinho. Até hoje não sei se era apenas por isso. Aceitei aquele pedido de amizade e tratei logo de saudá-la por mensagem privada. Ela me respondeu com uma rapidez que me deixou supreendido... Instaurou-se ali uma conversa deveras promissora... Eu não fazia ideia do que estava por vir. Trocamos textos de nossa autoria, textos tórridos de paixão, até que eu ousadamente declarei que eu a queria e a recíproca foi verdadeira. Tratei de convidá-la para minha apresentação musical seguinte e ela veio vestida para me matar de tesão. Cantei inúmeras canções para aquela mulher que me olhava com um sorriso tão gostoso, que me excitava a alma! Terminada a apresentação, fui até a mesa dela e a beijei... Foi um dos beijos mais carregados de entrega que já recebi, e claro, retribuí! Esses beijos aumentaram ainda mais o nosso desejo em progressão geométrica! Começou então o paradoxo: estávamos numa mesa na calçada daquele bar, e a rua, todo aquele lugar aberto ficou pequeno pra nós dois... Precisávamos sair IMEDIATAMENTE daquele lugar... Saímos e fomos para o carro dela, que fizemos parecer tão grande quanto o universo. Não havia mais tempo pra esperar... Fechadas as portas daquele veículo, nada mais importava. Avançamos ferozmente ao corpo um do outro e minha mão começou a percorrer aquela mulher ardida em desejo. Explorei cada pedaço dela e quando cheguei em seu grelo totalmente melado, comecei a exercê-la, ali ela era minha e de mais ninguém. Ali eu era dela e de mais ninguém. E comecei a procurar com total afinco o gozo dela e não descansei um segundo sequer até o primeiro êxtase chegar. Meus dedos penetraram Debbie, que revirava os olhos soltando um gemido melodioso. Ela se entregou de corpo e alma aos meus cuidados. Depois, recebi uma chupada enérgica e devotada que consigo sentir até agora, bastando apenas eu fechar os olhos. Em seguida, a convidei para sentar no meu pau tão bem tratado por ela, que aceitou e veio sobre mim... Não precisamos de velocidade naquele momento... A penetrei suavemente, deixando a intensidade para a energia que ali se desenrolava... O gozo dela foi lindo, foi poético, foi apoteótico! Não sei se Debbie me dará a honra dessa dança novamente, mas eu estarei lá quando ela quiser me dar...

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