Lembro-me de Dani, aquela safada que toda quinta-feira à noite tinha encontro marcado comigo no Skype. Ela caprichava nas poucas peças de roupa que usava nas nossas transmissões. Ela era meticulosa, nunca repetiu uma peça sequer de suas belas escolhas de lingerie. Nesse dia, em especial, ela decidiu vir toda de azul, sabendo que é minha cor preferida. Ela nunca tinha me mostrado até esse dia sua linda boceta. É, linda mesmo, de lábios carnudos que me deixaram fora de órbita quando a vi. Parecia que naquele momento, eu, que já tinha me deparado com tantas na vida, estava vendo uma xoxota pela primeira vez.
A delícia maior, entre nós dois, era o telefonema antes da transmissão. A voz macia de Dani era um perfeito paradoxo com a atitude que ela tinha diante daquela webcam. Parecia uma boneca falando e eu, que sou afeito a mulheres de voz mais forte, ficava tão cheio de tesão que meu pau doía, e isso só ouvindo Dani falar amenidades. Era interessante a diferença entre telefone e Skype. Era como se fossem duas mulheres completamente distintas. Dani era a típica "moça de família", recatada e de comportamento politicamente correto.
Nesse dia todo azul no Skype, Dani começou a mostrar aqueles seios pequenos de bico duro, passando óleo de amêndoas. Nossa conexão de áudio era ruim, então usávamos o telefone pra falar um com o outro. E aquela voz tão meiga começava a proferir as mais sujas putarias que tinham respostas imediatas de minha parte. E aqueles bicos grandes iam ficando mais rijos e meu pau já pulsava, mas Dani só gostava de vê-lo quando ela pedia. Enquanto ela continuava se banhando de óleo, levei meu notebook pro banheiro e coloquei meu celular em viva-voz. Eu precisava das duas mãos. Me deparei com meu creme de barbear e tive a ideia de usá-lo como um lubrificante. Eu já tinha perdido a cabeça completamente. Nesse momento, Dani já estava se tocando entre as pernas e eu entrei em desespero, pois nunca tinha visto aquela boceta. Joguei um pouco de creme de barbear na minha mão direita e comecei a espalhar pelo meu pau dolorosamente duro e fui lentamente punhetando e dizendo para Dani que estava mais louco do que em qualquer um de nossos encontros virtuais anteriores. Ela disse: "Mostra, amor!". Era essa a senha pra que eu colocasse meu pau diante da câmera. Ela deu um gemido diferente de todos que eu já tinha ouvido dela e de imediato, ficou de joelhos diante de seu notebook e realizou meu sonho. Não tive controle algum de mais nada e gozei na tela do meu laptop, mas gozei estupidamente forte. Enquanto eu desfrutava de um raro tipo de orgasmo, Dani foi começando o dela com aquele gemido melódico que me levava a outras dimensões. Eu me senti um virgem em sua estreia na vida sexual. Foi épico.
Dani e eu ficamos nesses encontros virtuais durante meses, mas a partir de uma certa quinta-feira ela não aparecia mais online no Skype, seu celular nunca mais deu sinal de chamada. Ficou fora de área, fiquei fora de mim, ficamos afastados pra sempre.

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