quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Breakfast



Sou averso a acordar cedo, mas o convite irresistível de tomar o café da manhã com ela, ali na cama, eu não podia recusar. Pela manhã há uma inspiração diferente, há uma excitação diferente e em meio a pedaços de maçã, suco de laranja, torradas, ela oferecia-me na boca o seu tão cheiroso corpo com pasta de amendoim,  e assim fui abandonando a pequena mesa e me servindo do manjar dos deuses que era Alícia com suas delineadas curvas.

Mordisquei-lhe o seio e num misto de dor e prazer, Alícia inclinava seu corpo para trás, convidando-me ao prato principal daquela prodigiosa manhã. Disse-me para penetrá-la com força pois assim era o jeito que ela gostava. Sou obediente e atendi seu desejo, agradecido por um gemido quase que cantado. Alícia é exageradamente gostosa e safada, e sou afeito a exageros. Ela me leva ao meu limite físico e quer mais, cada vez mais e tamanha safadeza arranca de mim forças que nem sabia que tinha. Depois de me levar a exaustão, ela vai pro banho, me deixa dormir e vai trabalhar. Quando acordo, ao meu lado está uma calcinha cheirando a sexo e um bilhete pedindo pra eu guardar as energias pro jantar. Alícia não tem compaixão de mim. Essa mulher um dia me mata!

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